DE UM PRANTO À ESTRANHA DOR
De um pranto e estranha dor Tão ferida, tão profunda no abismo, corpo e alma estão.. Meus tristes e singelos poemas se perdem na escuridão.. Com mil pedaços meu coração se decompõe, na vasta noite meu silêncio me rodeia.. Minha solidão é uma vastidão, é minha sombra à me abandonar por inteira.. Já não me assola a escuridão, Em trevas, minha luz incendeia.. sinto dores, emoções, todo corpo sente frio dói o saber, é a expansão quê me causa arrepio.. Não há intelecto que queria compreender, dar razão, não sinto ódio mas sinto dor a dor que aperta o coração.. Tola essa busca, é besteira não confiar na intuição, minha alma geme e chora por não compreender a ingratidão.. Sim, cai na besteira de não ouvir meu coração, essa rima é tão certeira, que até parece brincadeira.. Meu pranto é suave e minha fala verdadeira, se me pego bem desperta fico pasma com a ilusão.. Mas vou seguindo, nem mais canto nem no canto há mais vão.. Faço da luta fiel...